segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como ele pôde? Se jogar do ultimo andar de um prédio... Que loucura.
A minha aflição só não era maior do que o desejo de poder salvá-lo.
Mas a impotência era minha companheira e o nosso amor, a certeza de uma saudade.
Saudade de uma etapa que se encerrava, mas se fazia necessária para que outra,
melhor e infinitamente mais feliz pudesse chegar: era o dia em que fui pedida em casamento.
Como pôde me deixar em tamanha aflição? Que bobo, que fofo!
Quase não acreditei que um paraquedas salvaria sua vida, e muito menos que nele estaria escrito: 
"Quer casar comigo?"

                                                                                                                           Camila Alves

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